Estudo da morbidade na unidade de internação de ortopedia

Autores

  • Marcia Regina A. Costa Melo Departamento de Enfermagem Geral e Especializada – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - FMRP/USP
  • Clarice A. Ferraz Departamento de Enfermagem Geral e Especializada – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - FMRP/USP
  • Carla R. Souza
  • Marco A.S. Lavrador Departamento de Física e Química, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo – FCFRP/USP.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v33i1p73-81

Palavras-chave:

Morbidade. Enfermagem Ortopédica. Unidades Hospitalares. Ortopedia.

Resumo

Modelo de estudo: Estudo retrospectivo e descritivo. Objetivo: Descrever a clientela hospitalizada na Unidade de Internação de Ortopedia do HCRP, segundo as variáveis do diagnóstico principal, idade e sexo. Metodologia: Foram analisadas as saídas hospitalares codificadas pela Classificação Internacional de Doenças, 9ª revisão, 1975, ocorridas no período de 1992 a 1996. Os dados foram obtidos através do Serviço de Arquivo Médico (SAME) da instituição, a partir de programa de registro de altas da Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo- PRODESP e decodificados a partir da elaboração especial de um programa de computador desenvolvido em linguagem C++. Resultados: Encontram-se 5819 saídas hospitalares, sendo o Capítulo XVII – Lesões e Envenenamentos – responsável pelo maior número,correspondendo a 2.345 saídas (40,30%). Em seguida, o Capítulo XIII – Doenças do Sistema Osteomuscular e do Tecido Conjuntivo - foi o responsável por 1.904 saídas (32,72%). O Capítulo VI – Doenças do Sistema Nervoso e dos Órgãos dos Sentidos - foi responsável por 433 saídas (7,44%). Especificamente, o diagnóstico de Síndrome do Túnel do Carpo representou 310 casos. O Capítulo II – Neoplasma - foi o responsável por 479 saídas (8,23). O Capítulo XIV – Anomalias Congênitas foi o responsável por 333 saídas (5,72%). Os demais capítulos apresentaram freqüência menor de saídas. Em todos os capítulos notou-se distribuição nas diversas faixas etárias, predominando a de 20 a 49 anos de idade (48,44%). Considerações: Acredita-se que o conhecimento da morbidade hospitalar, pelos enfermeiros, possa orientar o uso de recursos dos serviços de saúde, de modo a garantir a qualidade da assistência prestada.

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Biografia do Autor

Marcia Regina A. Costa Melo, Departamento de Enfermagem Geral e Especializada – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - FMRP/USP

Docente do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - FMRP/USP

Clarice A. Ferraz, Departamento de Enfermagem Geral e Especializada – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - FMRP/USP

Docente do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - FMRP/USP. Coordenadora do Projeto Integrado de Pesquisa: Gestão da Qualidade e Produtividade na Enfermagem – CNPq (1997/1999) 

 

Carla R. Souza

 

Enfermeira, Bolsista do Programa de Aperfeiçoamento de Ensino, ano de 1998 

 

 

Marco A.S. Lavrador, Departamento de Física e Química, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo – FCFRP/USP.

 

Docente do Departamento de Física e Química, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo – FCFRP/USP.

 

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Publicado

2000-03-30

Como Citar

1.
Melo MRAC, Ferraz CA, Souza CR, Lavrador MA. Estudo da morbidade na unidade de internação de ortopedia. Medicina (Ribeirão Preto) [Internet]. 30 de março de 2000 [citado 17 de janeiro de 2022];33(1):73-81. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/7633

Edição

Seção

Artigo Original
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