Gamaglobulinas em Terapia Intensiva

Autores

  • Fabio Carmona University of Sao Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v47i1p10-15

Palavras-chave:

Imunoglobulina, Gamaglobulina, Terapia Intensiva, Cuidados Intensivos.

Resumo

O uso de imunoglobulina intravenosa (IVIG) é relativamente infrequente em pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTIs). Entretanto, prescrições “off-label” de IVIG para diferentes patologias são altamente prevalentes. O objetivo deste artigo é revisar as evidências existentes para o uso de IVIG em pacientes internados em UTIs, enfatizando as doenças e complicações não infecciosas: hipogamaglobulinemia do paciente crítico, linfo-histiocitose hemofagocítica (HLH), síndrome de Guillain-Barré (GBS), doença de Kawasaki (KD), quilotórax, miocardite aguda, síndrome do choque tóxico (TSS), síndrome de Stevens-Johnson (SJS)/necrólise epidérmica tóxica (TEN), e sepse. Em conclusão, em pacientes criticamente enfermos, o uso de IVIG é benéfico em KD, GBS e TSS. IVIG pode ser benéfica em pacientes com miocardite aguda fulminante. O benefício não foi comprovado em pacientes com HLH, quilotórax e SJS/TEN.

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Biografia do Autor

Fabio Carmona, University of Sao Paulo

Assistant Professor. Department of Pediatrics, Division of
Pediatric Critical Care, Ribeirao Preto Medical School, University of Sao Paulo

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Publicado

2014-03-30

Como Citar

1.
Carmona F. Gamaglobulinas em Terapia Intensiva. Medicina (Ribeirão Preto) [Internet]. 30 de março de 2014 [citado 29 de fevereiro de 2024];47(1):10-5. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/80091

Edição

Seção

Artigo de Revisão
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