A espacialidade de uma Amazônia ribeirinha face ao urbano: o exemplo de São Domingos do Capim (PA) e o desenvolvimento do turismo

Autores

  • Jorge Alex de Almeida Souza Universidade Federal do Pará

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v20i1p168-189

Palavras-chave:

turismo, Amazônia, espaço, temporalidades, cotidiano, pororoca.

Resumo

O presente artigo estabelece reflexões sobre as repercussões da atividade turística em um Município amazônico. Ao longo de seu desenvolvimento no espaço local, o turismo, explorando a imagem de uma Amazônia que reúne aventuras, mitos e lendas, através do fenômeno da "pororoca", tem provocado mudanças sócio-espaciais do ponto de vista das práticas cotidianas locais. A pesquisa utilizou-se da dialética espacial (Lefebvre, 1981) como reflexão diante da produção do espaço, tendo em vista os agentes envolvidos, a saber: população local, turistas, patrocinadores, governo do Estado do Pará e poder público local. Os resultados revelaram haver concepções e intencionalidades diferentes relacionadas à inserção da atividade turística no Município, bem como sua programação, priorizando o estilo de vida urbano, conflitaram com a dimensão do vivido ribeirinho de São Domingos do Capim.

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Biografia do Autor

Jorge Alex de Almeida Souza, Universidade Federal do Pará

Bacharel em Turismo pela Universidade Federal do Pará, especialista em Docência e Metodologia de Pesquisa em Turismo-UFPA e Mestre em Geografia-UFPA.

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Publicado

2009-04-01

Como Citar

Souza, J. A. de A. (2009). A espacialidade de uma Amazônia ribeirinha face ao urbano: o exemplo de São Domingos do Capim (PA) e o desenvolvimento do turismo. Revista Turismo Em Análise, 20(1), 168-189. https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v20i1p168-189

Edição

Seção

Artigos e Ensaios