Loucura e escritura em L’armata dei sonnambuli, de Wu Ming

Autores

  • Paolo La Valle

DOI:

https://doi.org/10.11606/va.v0i30.107987

Palavras-chave:

loucura, Wu Ming, Revolução Francesa, Foucault

Resumo

La armata dei sonnambuli (2014) é o último romance do coletivo italiano de escritores Wu Ming. Segundo as palavras dos mesmos autores, trata-se de uma súmula de vinte anos de experiências sobre as formas do romance histórico. Os autores contam a história da Revolução Francêsa através de um ponto de vista oblíquo, colocando parte dos acontecimentos no manicómio de Bicêtre em 1793. Por isso, fazem refêrencia ao livro de Michel Foucault Histoire de la folie a l’age classique e em particular a sua reedição italiana em 2011, onde o curador Mario Galzigna recupera o prefácio original de Foucault (1960). Graças as sugestões de Foucault, os Wu Ming contam uma história diferente da Revolução e vão além disso, tentando traduzir na escrita e na linguagem o  «antagonismo» da loucura.

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Biografia do Autor

Paolo La Valle

Paolo La Valle acaba de terminar o curso de Doutorado em "Letterature Moderne, Comparate e Postcoloniali" da Università de Bolonha (IT). Os seus objectos de estudos são o romance contemporâneo e a relação entre literatura e a indústria cultural. O título da sua tese é "Racontare la storia al tempo delle crisi. Italia, Portogallo, Spagna". No ano passado publicou pele "Revista do desassossego" o artigo "Repensar a modernidade é repensar a Euroma: uma leitura de 'A voz da terra' de Miguel Real" 

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Publicado

2016-12-28

Como Citar

La Valle, P. (2016). Loucura e escritura em L’armata dei sonnambuli, de Wu Ming. Via Atlântica, (30), 259-273. https://doi.org/10.11606/va.v0i30.107987

Edição

Seção

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