Subjetividade e forma em dois poemas de João Cabral de Melo Neto sobre o ovo

Autores

  • Éverton Barbosa Correia Universidade do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.11606/va.v0i32.125509

Palavras-chave:

João Cabral de Melo Neto, poesia brasileira moderna, subjetividade

Resumo

A pretexto de apreciar a obra de João Cabral de Melo em amplo espectro, serão apreciados dois poemas publicados em momentos distintos de sua produção: “O ovo da galinha”, coligido em Serial (1961); e “O ovo podre”, publicado inicialmente em Agrestes (1985). Cotejando sua recepção crítica, intenta-se refletir sobre a subjetividade dissidente do poeta cuja projeção nos artefatos da linguagem se constitui como um traço expressivo seu gravado no objeto construído, tanto no seu conteúdo quanto formalmente. Pois o ovo se oferece como um objeto ao mesmo tempo múltiplo – passível de várias explorações – e impessoal – porque desprovido de conotações memorialísticas ou ideológicas prévias. 

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Biografia do Autor

  • Éverton Barbosa Correia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

    Doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo. Atualmente é Professor Adjunto - Departamento CULT e do Programa de Pós-graduação em Letras - Instituto de Letras - UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Campus Maracanã. 

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Publicado

2017-12-21

Edição

Seção

Dossiê 32: A Poesia no Limite

Como Citar

CORREIA, Éverton Barbosa. Subjetividade e forma em dois poemas de João Cabral de Melo Neto sobre o ovo. Via Atlântica, São Paulo, v. 18, n. 2, p. 97–112, 2017. DOI: 10.11606/va.v0i32.125509. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/125509.. Acesso em: 23 abr. 2024.