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SUBJETIVIDADE E FORMA EM DOIS POEMAS DE JOÃO CABRAL SOBRE O OVO

Éverton Barbosa Correia

Resumo


A pretexto de apreciar a obra de João Cabral de Melo em amplo espectro, serão apreciados dois poemas publicados em momentos distintos de sua produção: “O ovo da galinha”, coligido em Serial (1961); e “O ovo podre”, publicado inicialmente em Agrestes (1985). Cotejando sua recepção crítica, intenta-se refletir sobre a subjetividade dissidente do poeta cuja projeção nos artefatos da linguagem se constitui como um traço expressivo seu gravado no objeto construído, tanto no seu conteúdo quanto formalmente. Pois o ovo se oferece como um objeto ao mesmo tempo múltiplo – passível de várias explorações – e impessoal – porque desprovido de conotações memorialísticas ou ideológicas prévias. 

Palavras-chave


João Cabral de Melo Neto, poesia brasileira moderna, subjetividade

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i32.125509

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