Eu jogo, eu juro: leituras do per-forma-tivo em Pessoa, Helder e Llansol

Autores

  • Carolina Anglada Universidade Federal de Minas Gerais
  • Sabrina Sedlmayer UFMG

DOI:

https://doi.org/10.11606/va.v0i32.126075

Palavras-chave:

Fernando Pessoa, Herberto Helder, Maria Gabriela Llansol, poesia contemporânea

Resumo

A partir de uma breve discussão a respeito da insurgência de uma perspectiva performativa em Fernando Pessoa, o presente artigo objetiva propor um estudo comparativo entre a noção de poemacto em Herberto Helder e o drama-poesia de Maria Gabriela Llansol, evidenciando a que diferentes tarefas o uso poético da linguagem se vincula. Por meio das formulações desses dois escritores portugueses, discute-se também o entrelaçamento da forma-poesia com outros gêneros e outros procedimentos, evidenciando pontos de fuga para a questão da poesia no contemporâneo. 

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Biografia do Autor

Carolina Anglada, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutoranda em Estudos Literários no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais.

Sabrina Sedlmayer, UFMG

Profa. Dra. da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais.

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Publicado

2017-12-21

Como Citar

Anglada, C., & Sedlmayer, S. (2017). Eu jogo, eu juro: leituras do per-forma-tivo em Pessoa, Helder e Llansol. Via Atlântica, 18(2), 41-58. https://doi.org/10.11606/va.v0i32.126075

Edição

Seção

Dossiê 32: A Poesia no Limite