O Axioma da Correspondência Linear e a Estrutura Sintagmática Nua: um levantamento de propostas de compatibilização

Autores

  • Pablo Faria Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-9419.v16ispep261-285

Palavras-chave:

Sintaxe. Linearização. Merge. Assimetria.

Resumo

Neste trabalho, uma incompatibilidade já amplamente conhecida entre o Axioma da Correspondência Linear (cf. Kayne, 1994) e a Estrutura Sintagmática Nua (cf. Chomsky, 1995a) é apresentada e algumas das principais propostas de compatibilização são discutidas. Este levantamento é parte de uma investigação cujo objetivo é propor uma solução alternativa. Com exceção da proposta em Hornstein (2009), argumento que todas as demais soluções propostas são insatisfatórias de uma perspectiva minimalista e que uma solução adequada para este problema passa por uma reconcepção da sintaxe, pelo menos no que diz respeito à operação fundamental para construção de estrutura, Merge, de modo que se produza (e não se perca) assimetria desde o início da derivação. Com isso, a estrutura não precisaria ser “salva” no decorrer da derivação e a sintaxe teria um caráter essencialmente assimétrico, um resultado ainda mais forte que o de Kayne (1994), quando propôs um caráter “antissimétrico” para a sintaxe.

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Biografia do Autor

Pablo Faria, Universidade Estadual de Campinas

Pós-doutorando do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campina

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Publicado

2014-12-03

Como Citar

Faria, P. (2014). O Axioma da Correspondência Linear e a Estrutura Sintagmática Nua: um levantamento de propostas de compatibilização. Filologia E Linguística Portuguesa, 16(esp.), 261-285. https://doi.org/10.11606/issn.2176-9419.v16ispep261-285

Edição

Seção

Artigos