Análise Comparativa da fragilidade ambiental com aplicação de três modelos

Autores

  • Christiane Spröl
  • Jurandyr Luciano Sanches Ross Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de Geografia

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2004.123868

Palavras-chave:

Planejamento, Zoneamento Ecológico, Fragilidade Ambiental, Modelos

Resumo

Este trabalho apresenta uma comparação de três modelos metodológicos aplicados aos estudos da fragilidade ambiental. A aplicação destes modelos resultou na confecção de três mapeamentos diferenciados de fragilidade, os quais foram analisados e comparados entre si. Dos três modelos metodológicos aplicados, dois foram propostos por ROSS (1994), um com apoio nos índices de Dissecação do Relevo, e o outro nas Classes de Declividade. O terceiro modelo foi proposto por CREPANI et al (1996) baseado nas Unidades Territoriais Básicas - UTB s. Os modelos de análise da fragilidade servem como subsídio ao planejamento estratégico ambiental. Os mapeamentos das fragilidades ambientais identificam e analisam as áreas em função de seus diferentes níveis de fragilidade. Através destes documentos torna-se possível apontar as áreas onde os graus de fragilidade são mais baixos, favorecendo então determinados tipos de inserção, assim como áreas mais frágeis onde são necessárias ações tecnicamente mais adequadas a essas condições

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Biografia do Autor

Christiane Spröl

Mestre pelo Departamento de Geografia, FFLCH-USP

Jurandyr Luciano Sanches Ross, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de Geografia

Professor Doutor do Departamento de Geografia, FFLCH/USP

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Publicado

2004-06-17

Como Citar

SPRÖL, C.; ROSS, J. L. S. Análise Comparativa da fragilidade ambiental com aplicação de três modelos. GEOUSP Espaço e Tempo (Online), [S. l.], v. 8, n. 1, p. 39-49, 2004. DOI: 10.11606/issn.2179-0892.geousp.2004.123868. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/123868. Acesso em: 8 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos