Em busca de sentidos para a “marca Rio”: as narrativas do site portomaravilha.com.br

Autores

  • Flávia Barroso de Mello Universidade Estadual do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2018.151480

Palavras-chave:

Branding, Comunicação institucional, Marca Rio, Megaeventos, Porto Maravilha

Resumo

Neste artigo, propõe-se analisar como a Prefeitura, em parceria com a iniciativa privada, constrói sentidos para a “marca Rio”. Sob a perspectiva da semiótica discursiva, são analisadas as narrativas institucionais veiculadas no site portomaravilha. com.br, sobre a reurbanização do Porto do Rio. A análise aponta pistas sobre uma estratégia institucional que, para além de um projeto de “Cidade Olímpica”, busca consolidar novo um éthos urbano, com vistas a inserir o Rio de Janeiro no mercado de cidades globais.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Flávia Barroso de Mello, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Doutoranda em Comunicação Social na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), com
bolsa da FAPERJ.
Mestre em Comunicação Social pela UERJ
Vencedora do Prêmio ABRAPCORP de Dissertações em 2018
Membro do grupo de pesquisa Comunicação urbana, consumo e eventos, do Comunicação, arte e
cidade (CAC) e do Laboratório de Comunicação, Cidade e Consumo (Lacon), todos da UERJ
Graduação em Comunicação Social (Jornalismo) pela Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro
Pós-graduação em Marketing Empresarial (Unesa, 2001) e em Mídia, Tecnologia e Novas Práticas
Educacionais (PUC-Rio, 2009)

Referências

BALDISSERA, Rudimar. Comunicação Organizacional na perspectiva da complexidade. Organicom, São Paulo, ano 6, n. 10/11, p. 115-20, 2009.
BARTHOLINI, Bruno. Kobra na Orla Conde. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: https://bit.ly/2ts6blN. Acesso em: 1 jul. 2016.
CAIS do Valongo é candidato a patrimônio da humanidade. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: http://twixar.me/3HQ3. Acesso em: 1 jul. 2016.
CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
CIRCUITO histórico e arqueológico da celebração da herança africana. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, [2012]. Disponível em: http://twixar.me/wHQ3. Acesso em: 1 jan. 2018.
CLEGG, Stewart; KORNBERGER, Martin. An Organizational Perspective on Space and Place Branding. In: GO, Frank; GOVERS, Robert (ed.). International place branding yearbook 2001: place branding in the new age of innovation. London: Palgrave Macmillan, 2010. p. 3-11.
FREITAS, Ricardo Ferreira; GOTARDO, Ana Teresa; SANT’ANNA, Cristina Nunes de. Ativos intangíveis na marca Rio: o consumo turístico da cidade nos documentários internacionais. In: ENCONTRO NACIONAL COMPÓS, 24., 2015, Brasília. Anais […]. Brasília: Compós, 2015. p. 1-17.
GARCÍA, Juan; GÓMEZ, Mar; MOLINA, Arturo. Posicionamiento de marcas-destino: una aplicación en cinco regiones españolas. Innovar, Bogotá, v. 23, n. 50, p. 111-127, 2013.
HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 1990.
HALL, Stuart. Quem precisa de identidade? In: SILVA, Tomaz Tadeu da (org.). Identidade e diferença. Petrópolis: Vozes, 2014.
IGREJA de São Francisco da Prainha reabre sob as bênçãos de Dom Orani Tempesta. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2015. Disponível em: http://twixar.me/k2Q3. Acesso em: 1 jul. 2016.
JAGUARIBE, Beatriz. Imaginando a “cidade maravilhosa”: modernidade, espetáculos e espaços urbanos. Famecos: mídia, cultura e tecnologia, Rio de Janeiro, v. 8, n. 2, p. 327-347, 2011. Disponível em: http://twixar.me/vqQ3. Acesso em: 18 fev. 2019.
KARAVATZIS, Mihalis. From city marketing to city branding: towards a theorical framework dos developing city brands. Place Branding, Basel, v. 1, nº 1, p. 58-73, 2004.
KARAVATZIS, Mihalis; ASHWORTH, Gregory. ‘Place Marketing: How did we get Here and Where are we Going? Journal of Place Management and Development, Bingley, UK, v. 1, n. 2, p. 150-67, 2008.
LOPES, Yara. De volta ao jardim suspenso do Valongo. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2012. Disponível em: http://twixar.me/THQ3. Acesso em: 1 jul. 2016.
MARATONA de negócios reúne empresas na região. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2012. Disponível em: http://twixar.me/X2Q3. Acesso em: 1 jul. 2016.
MUSEU do Amanhã supera marca de 500 mil visitantes. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2015b. Disponível em: https://bit.ly/2ts6blN. Acesso em: 1 jan. 2018.
MUSEU do Amanhã. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2015a. Disponível em: https://bit.ly/2DV5Dtc. Acesso em: 1 jul. 2016.
NORA, Pierre. Entre memória e história. Projeto História, São Paulo, n. 10, dez. 1993.
POLLACK, Michael. Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 2, n. 3, 1989.
PRAÇA Mauá será reinaugurada em domingo de festa. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2015. Disponível em: http://twixar.me/YHQ3. Acesso em: 1 jan. 2018.
RIO DE JANEIRO (Município). Lei Complementar nº 101, de 23 de Novembro de 2009. Modifica o Plano Diretor, autoriza o Poder Executivo a instituir a Operação Urbana Consorciada da Região do Porto do Rio e dá outras providências. Rio de Janeiro: Câmara Municipal, 2009. Disponível em: https://bit.ly/2N9k4hE. Acesso em: 1 jul. 2016.
SÁNCHEZ, Fernanda. A reinvenção das cidades para um mercado mundial. Chapecó: Argos, 2010.
SEMPRINI, Andréa. A marca pós-moderna. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2010.
SEVCENKO, Nicolau. A corrida para o século XXI. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SOARES, Helena. Legado dos jogos Rio 2016. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2015. Disponível em: http://twixar.me/w2Q3. Acesso em: 1 jul. 2016.
SOARES, Helena. Passaporte Cultural do Rio oferece gratuidade e descontos em 700 atrações. Porto Maravilha. Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: http://twixar.me/tHQ3. Acesso em: 1 jul. 2016.
TABAK, Flávio. Em campanha, Paes tenta vincular sua imagem às transformações feitas por Pereira Passos. O Globo, Rio de Janeiro, 9 jul. 2012. Disponível em: https://glo.bo/2S5T6bz. Acesso em: 1 jul. 2016.

Downloads

Publicado

2018-11-29