O POEMA NARRATIVO DE BERNARDO GUIMARÃES: A AMBIVALÊNCIA DO RISO EM “A ORIGEM DO MÊNSTRUO”
Resumo
Este trabalho investiga os processos de elaboração estrutural do poemas narrativo “A Origem do Mênstruo”, de Bernardo Guimarães. Além de Escrava Isaura (1875), o escritor mineiro teve relevante atuação como poeta, ignorada pela crítica. Nesse sentido, inicia-se pela exposição de sua situação controvérsia nos manuais de história da literatura, em que sua notabilidade está creditada, quase que exclusivamente, à atuação como romancista, passando pela exposição de aspectos gerais sobre sua produção em poesia, a situação em relação à poesia romântica de seus coetâneos, assim como a sua atuação como introdutor da poesia pantagruélica, produzida e figurada clandestinamente entre os estudantes da faculdade de direito do Largo São Francisco em São Paulo, entre as décadas de 1840 e 1850. Segue-se expondo os pressupostos teóricos para a análise, partindo da imersão dos poemas na longa tradição do poema narrativo, até a exposição de questões relativas ao tipo grotesco, especificamente as concepções de Victor Hugo (1802-1885) e Mikhail Bakhtin (1895-1975), para, por fim, efetuar análise do poema em questão.
Palavras-chave
Texto completo:
PDFDOI: http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i32.125739
Métricas do Artigo
Metrics powered by PLOS ALM
Apontamentos
- Não há apontamentos.
Direitos autorais 2017 Samuel Carlos Melo, José Batista de Sales

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
______________________________________________________
Via Atlântica utiliza uma Licença Creative Commons (Attribution-NonCommercial-NoDerivates 4.0 International (CC BY-NC-ND 4.0).
______________________________________________________
- ISSN: 1516-5159 (nºs 1-24, impresso, printed)
- ISSN: 2317-8086 (OJS)
_____________________________________________________





