A dor em movimento: corpo e envelhecimento nas academias de ginástica

Autores

  • Aline Alcarde Balestra Universidade Nacional de Brasília (UNB)

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v21i21p65-79

Palavras-chave:

Academia de ginastica, Corpo, Ecologia, Envelhecimento, Experiencia

Resumo

Partindo de uma etnografia em academias de ginastica, este artigo propoe uma reflexão sobre as experiencias do corpo e do envelhecimento vivenciadas por mulheres que frequentavam as academias etnografadas. O interesse deste trabalho volta-se para o entendimento e percepcao etnográfica da maneira pela qual mulheres, na faixa etaria dos 40 anos ou mais, relacionavam-se com o espaço da academia e com as praticas corporais que nele desenvolviam. Procurando um deslocamento da concepcao de um sujeito unico e humano, são exploradas relacoes entre genero, corpo, envelhecimento, dor, doenca e movimento. Objetiva-se, assim, tornar perceptivel o carater pragmatico e relacional da experiencia vivenciada por essas mulheres ao praticarem exercicios fisicos e, igualmente, questionar conceitos supostamente estabelecidos como saude, beleza e bem-estar.

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Publicado

2012-03-30

Como Citar

Balestra, A. A. (2012). A dor em movimento: corpo e envelhecimento nas academias de ginástica. Cadernos De Campo (São Paulo - 1991), 21(21), 65-79. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v21i21p65-79

Edição

Seção

Artigos e Ensaios