Nas tessituras das memórias fluidas de Sophia Andresen e Conceição Paranhos

Autores

  • Juliana de Souza Gomes Nogueira INSTITUTO FEDERAL DA BAHIA

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2015.75054

Palavras-chave:

Memória Líquida, Andresen, Paranhos, Tessituras Poéticas

Resumo

Este trabalho pretende discutir a presença do que se pode denominar de uma "memória líquida" nas poéticas de Sophia de Mello Breyner Andresen e Maria da Conceição Paranhos. Comparativamente, analisa poemas das escritoras, cujos elementos evocados dão a dimensão de como as memórias pessoais das autoras vão sendo fluidamente reconstruídas nos textos, num tecer e destecer infinito que leva as composições analisadas a distanciarem-se da ideia de memória estável e fixa.

 

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Biografia do Autor

Juliana de Souza Gomes Nogueira, INSTITUTO FEDERAL DA BAHIA

PROFESSORA DE LÍNGUA PORTUGUESA, PRODUÇÃO TEXTUAL E ORIENTAÇÃO METODOLÓGICA DO IFBA

Referências

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Publicado

2015-04-25

Como Citar

Nogueira, J. de S. G. (2015). Nas tessituras das memórias fluidas de Sophia Andresen e Conceição Paranhos. Revista Crioula, (15). https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2015.75054

Edição

Seção

Artigos e ensaios