Fluxos, quebrada e musicar funk – se sentir dentro da música

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2525-3123.gis.2021.175272

Palavras-chave:

Fluxo, Funk, Quebrada, Musicar, Sistema de som

Resumo

O artigo apresenta dados de uma etnografia realizada entre 2017 e 2019, num bairro periférico da zona sul de São Paulo, onde acontecem bailes conhecidos como fluxos. Proponho uma análise a partir do verbo-conceito de "musicar" de Cristopher Small (1998). Sob tal perspectiva é fundamental entender todos os agentes engajados na produção da festa, mesmo aqueles que aparentemente não estão produzindo música, e mesmo aqueles considerados não-humanos. Que elementos estão por trás de uma manifestação musical nas ruas de uma quebrada? No caso dos fluxos, veremos a centralidade dos sistemas de som de funk nesse musicar e que tipo de sensações e reações eles causam. O funk e a festa atuam na construção sentimental e simbólica dessas localidades e na produção de identidades compartilhadas.

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Biografia do Autor

  • Meno Del Picchia, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

    Meno Del Picchia é antropólogo e músico. Doutorando em Antropologia Social pela USP, com a pesquisa intitulada "O Funk em São Paulo – Um estudo sobre agências sociais da música";  Mestre em Antropologia Social pela USP (2013), com a dissertação "Por que eles ainda gravam? Discos e artistas em ação". É professor de pós-graduação na Faculdade Santa Marcelina no curso de Pós-graduação e m Canção Popular. Membro pesquisador do Projeto Temático "Musicar Local – Novas Perspectivas em Etnomusicologia". E-mail: menodelpicchia@gmail.com

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Publicado

2021-06-01

Edição

Seção

Dossiê Musicar Local

Como Citar

Del Picchia, Meno. 2021. “Fluxos, Quebrada E Musicar Funk – Se Sentir Dentro Da Música”. GIS - Gesto, Imagem E Som - Revista De Antropologia 6 (1): e-175272. https://doi.org/10.11606/issn.2525-3123.gis.2021.175272.