INFORME 22 Andamento da Edição

Prezados o escritório que venceu concorrência para proceder à versão para Inglês deverá devolver o conjunto na próxima semana.

A Editoria de Arte  está ultimando a preparação para postar, tão logo terminem.

Poucos são os ajustes, no entanto peço seguirem por aqui os informes.

Pretendemos remeter o conjunto em PDF e qualquer comunicação pode ser imediatamente informada pelo e-mail da REVISTA ARA FAU USP

Att

Maria Cecília França Lourenço

Editora

 

 

INFORME 21 - Versão para Inglês

Caros Autores

Com satisfação comunico que FAU USP obteve verba para verter Submissões para Inglês, enviadas para escritório vencedor da chamada pública.

Estes informam que devolverão até a quinzena de novembro, sendo então blocados ao final da Revista ARA FAU USP.

Qualquer novo dado compartilharei por esta mídia. 

Reitero agradecimentos e estou às ordens para esclarecimentos

Att

Maria Cecília França Lourenço

Editora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Informe 23: Edição ARA PYAU 7 está disponível, confira chamada para ARA 8 Ymã

    2019-11-22

    A Edição da Revista ARA Pyau 7, Primavera+Verão 2019,  Horizontes Extremos: Desafios ou Fronteiras está no ar, confira versão em Português e Inglês.

    Aberta Chamada para edição ARA YMã  8  Imagem Deslocamento, confira o texto de apresentação do Prof. Ricardo N. Fabbrini a seguir: 


    O tema do dossiê de ARA 8 é o estatuto da imagem na contemporaneidade. Estamos vivendo, para certos críticos e artistas, um drama da percepção, ou seja, uma guerra das imagens: uma agonística, entendida como o momento decisivo (ágon) no qual o sentido ou o destino das imagens está sendo decidido. Mas “o que está acontecendo, afinal, com as imagens?”. É possível produzir na atualidade uma imagem que opere algum deslocamento em face dos clichês? O que seria uma imagem-enigma, ou de resistência, que se subtrairia à hegemonia das imagens vazias, planas; sem face oculta, ou mistério? Como produzir uma imagem que rompa com o horizonte do provável, interrompendo toda organização performativa e tautológica das imagens que circulam ininterruptamente nos meios de massa e na rede digital? O que é uma imagem que não seria um clichê? Onde acaba o clichê e começa a imagem pensativa, de beleza inquietante, que força sensivelmente o pensamento? Não se pode ignorar, no entanto, que as reações contra os clichês engendram, não raras vezes, outros clichês.   

    Frente à saturação de imagens própria a sociedade do espetáculo que nos tornou cegos, de tanto ver, é necessário, assim, uma reeducação dos sentidos que devolva à percepção sua capacidade de apreender as nuances de uma dada imagem. Constatando-se a necessidade de reorientação da percepção, é preciso que o observador substitua a pergunta habitual, própria do hedonismo ansioso: “o que veremos na próxima imagem?”, pela indagação morosa: “o que há para se ver nesta imagem que temos diante de nós?”. Porque é na percepção marcada pela demora, pelas hesitações, pela perda de tempo e pelo tempo perdido, pela paciência em desvelar o segredo de uma imagem de exceção, que teríamos a negação da temporalidade do consumo capitalista, com suas palavras de ordem: gozo, narcisismo, competitividade, performance, ou sucesso.

       

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  • Informe 20: Sobre andamento, plágio e autoplágio

    2019-09-23

    Prezados autores e pareceristas

    Boa parte das Submissões já foram aceitas e as sugestões, sempre oportunas, para aprimoramento encaminhadas, sendo outras recusadas. Constituem pressupostos iminentes e indispensáveis nesta etapa da vida cultural brasileira, quando se mutilam verbas e apoio para Educação.

    Por outro lado surgem demandas numéricas por produção e alguns pesquisadores reenviam literalmente o que antes produziram, sem atualização entre outros tópicos, em - escrita, imagens, questões, diálogos, entrevistas, dados, fontes -, ferindo no caso da Revista ARA FAU USP o número 1 das  DIRETRIZES (originalidade e Indesitismo), a par da solicitação para documentar em Nota, se antes foi exposto., em que situação e como acessar.

    Hoje há inúmeros aplicativos específicos, no país e fora, para aferir se houve o que se convencionou denominar - plágio ou autoplágio - termo este último criado há muitoCNPq e outros têm produzido definições muito claras sobre o que seria ou não, com acesso divulgado e sugiro consulta para fundamentar criação e pesquisa nas distintas áreas. As do CNPq transcrevo e encontram-se em Relatório da Comissão de Integridade de Pesquisa do CNPq no endereço 

    https://www.cnpq.br/documents/10157/a8927840-2b8f-43b9-8962-5a2ccfa74dda/

    "Plágio: consiste na apresentação, como se fosse de sua autoria, de resultados ou conclusões anteriormente obtidos por outro autor, bem como de textos integrais ou de parte substancial de textos alheios sem os cuidados detalhados nas Diretrizes. Comete igualmente plágio quem se utiliza de ideias ou dados obtidos em análises de projetos ou manuscritos não publicados aos quais teve acesso como consultor, revisor, editor, ou assemelhado".

    "Autoplágio: consiste na apresentação total ou parcial de textos já publicados pelo mesmo autor, sem as devidas referências aos trabalhos anteriores" (CNPq, 2011, p.3).

    Encerro informando que, dependendo do total de exigências solicitadas para aperfeiçoamento imprescindível, estamos concedendo de TRÊS dias a uma SEMANA para que os autores  possam refazer o apontado como indispensável.

    Maria Cecília França Lourenço

    Editora

     

     

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  • Informe 19: aos autores

    2019-08-21

    Em nome do Conselho Editorial da Revista ARA FAU USP agradeço a todos e informo, nesta primeira comunicação, que as Submissões foram compactadas em (Pdf), remetidas para os membros do Conselho Editorial/CE para análise de conteúdo, cumprimento das Normas e indicação de ao menos dois pareceristas.

    A reunião do CE se efetuará em 28.8.2019 e sugiro que se mantenham atualizados com as Notícias neste Portal; por outro lado peço que enviem para e-mail ARA o endereço mais acessado, visando troca rápida de demandas.

    Coloco-me à disposição  para toda e qualquer dúvida

    Maria Cecília França Lourenço Editora Revista ARA FAU USP

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  • Informe 18: Prorrogação Prazo Submissão 18/08/19

    2019-07-12

    Horizontes extremos: desafios ou fronteiras

    é o tema da sétima ediçao da Revista ARA, com submissão aberta até 18/08/2019.

    O texto de Marcia Sandoval Gregori e Angela Maria Rocha chama ao debate estudantes, professores, pesquisadores e profissionais interessados em participar da ARA 7.

     

    Horizontes extremos: desafios ou fronteiras,

    por Marcia Sandoval Gregori e Angela Maria Rocha 

    O que chamamos princípio é quase sempre o fim
    E alcançar um fim é alcançar um princípio.
    Fim é o lugar de onde partimos.  T.S. Eliot 

    ARA 7 chama ao debate sobre horizontes, desafios e fronteiras na ágora da publicação acadêmica. Evoca e reitera a urgente necessidade de reflexão, conhecimento e prática na expansão da consciência sobre as relações na pólis. Elementos fundantes e indissociáveis da experiência coletiva e da própria academia, no que compreende estudos de arquitetura, artes, geografia, cultura, sociologia, filosofia, antropologia, seja em formato de ensaios literários, fotográficos, artísticos ou híbridos, seja na forma de artigos em que o texto acadêmico é o protagonista.

    Gestar e projetar horizontes na ligeira desarticulação da vida, valendo-se das pequenas folgas que respiram entre o existir, desafios e fronteiras, é ser – ter comportamento – contemporâneo. A atitude, propõe o filósofo Giorgio Agamben, não se limita ao momento atual, mas é procedimento atemporal capaz de desarmar e profanar o ambíguo [des]conforto dos hábitos consagrados. Trata-se da habilidade de perceber desajustes sutis, evidenciá-los e subverter um estado de coisas que perdura, incrustado nas diferentes instâncias e escalas da existência enquanto relações de poder – por isso tensas, dinâmicas e mutáveis –, em forma de dispositivos que ordenam, disciplinam e adestram ações, pensamentos e práticas humanas desde sua escala global até o nível individual, no âmbito do próprio corpo.

    A possibilidade de exploração dessas frestas e rachaduras, diria o filósofo Michel Foucault, será uma atribuição, uma prerrogativa ou, mais precisamente, uma capacidade das ciências humanas – embora não se possa classificá-las estritamente como ciências, dada a acepção humanista do termo, que Foucault reputa problemático por sua origem utilitária e evolucionista. É neste lugar/nexo penumbroso e denso, nas pequenas deslocalizações e desvios da vida cotidiana, que talvez seja possível vislumbrar novos caminhos e sopros de esperança. Cenários que evoquem aquilo que o geógrafo Milton Santos chamou de nova globalização: uma configuração em que a solidariedade, a troca pacífica, ao contrário da belicosidade do processo competitivo, dão o tom.

    O momento atual contempla a diversificação e multiplicação dos fenômenos e instituições culturais, bem como a de seus agentes, nem sempre contabilizados por catracas. Ampliaram-se as alternativas para incluírem-se nesse rol a cultura imaterial, a cultura popular, a memória das práticas e dos fazeres cotidianos, os espaços sistematicamente desvalorizados, como ruas, praças, muros e calçadas, além de outros, devidamente mercantilizados.

    Ao convidar-nos à reflexão sobre as bordas que limitam e exercem pressão de estrangulamento e ao exame de práticas do espectro sócio-cultural que distendam, desafiem e dessacralizem as forças de retração das fronteiras do hábito e das tradições, ARA 7 convoca, pois, a atitude contemporânea do olhar crítico, que vê no agora as raízes de horizontes possíveis, extremos horizontes, divergentes ou convergentes, que alimentem as ações e decisões no presente.

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  • Informe 15: Publicação da ARA 6 aos Autores das Submissões

    2019-04-01

     

    Prezados colaboradores

    Inicialmente assinalo gratidão especial pelo excelente resultado obtido, em Curadoria, Argumento, Fricção, tema muito ventilado,  a exigir reflexão crítica. Igualmente se estende a um conjunto ímpar formado por docentes, a abranger Grupo Museu/Patrimônio FAU USP, Conselho Editorial/ CE e Pareceristas, a par de funcionários da Escola.

    Na segunda (01.04) teremos a Reunião de Fechamento com membros do CE, para expor o resultado, logo após, postaremos a Revista ARA número ¨6 neste Portal e convido todos a compartilhar o resultado em suas redes pessoais.

    Ao mesmo tempo lançaremos a temática selecionada para a próxima edição, como sempre pensando-se naquilo que amanhã será memorializado  como cultura destes tempos, ou patrimônio.

    Reitero admiração,

    Att

    Maria Cecília França Lourenço

    Editora da Revista ARA

    Professor Doutor Titular FAU USP

     

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  • Informe 13: Andamento das Avaliações

    2019-02-18

     

    Prezados colegas

    Em nome do Conselho Editorial da Revista ARA, reitero agradacimento pelo envio de Submissão e informo que as etapas para concluir a edição de número seis se encontram em andamento, após a reunião do Conselho Editorial/CE, ocorrido em 8.02.2019.

    O CE, após exame das Submissões, selecionou Pareceristas,  para análise do mérito. Uma vez concluída a avaliação, esta poderá ser - NEGADO; ACEITO Integralmente ou COM AJUSTES; neste último caso  sintetizarei o recomendado, como prevê o regulamento:

    "6. Em caso de aceite de sua submissão, para que a mesma seja mantida, devem ser providenciadas as correções apontadas, no prazo máximo de 5 dias corridos, sem possibilidade de ampliações ou subtrações, tanto no conteúdo quanto no número de autores."  

    Neste sentido e em face do prazo para exame detalhado, o resultado possivelmente será concluído no período do Carnaval, pelo que pedimos atenção para acompanhar, de modo a se cumprir o prazo exigido para postagem, pelos órgãos de indexação, a saber ISSN e Portal de Revistas USP. 

    A Equipe Editorual efetuará depois as aferições para conferir se o Modelo ARA foi inteiramente cumprido seja bibliográfico, ortográfico, seja relativo às imagens.

    Coloco-me à disposição para esclarecimentos,

    Att

    Maria Cecíulia França Lourenço

    Editora da Revista ARA

    Professor Doutor Titular FAU USP

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  • Informe 12 : Chamada Aberta para ARA 6 até dia 05 de fevereiro de 2019

    2018-11-20

    Está aberta chamada para envio de artigos para a Revista ARA 6 com tema :

    Curadoria, Argumento, Fricção.

    Data limite de envio 05 de fevereiro de 2019. 

    Confira abaixo texto da chamada pelo Professor Marcos Rizolli do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura (UPM), Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, Brasil.

     

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  • Informe 11 : Chamada aberta para colaborações na Revista ARA 6

    2018-10-09

    Chamada aberta para REVISTA ARA 6 , tema: 

     

    Curadoria, Argumento, Fricção

    por Marcos Rizolli

    Professor no Programa de Pós-Graduação em Arte e História da Cultura (UPM), Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, Brasil. marcos.rizolli@mackenzie.br


    Entre fricções [coleção, exposição, mediação, gestão, profissão] talvez, se manifeste o curador.ntre argumentos [pesquisa, comunicação, educação, público, sociedade] talvez, se estabeleça o fazer curatorial.

    Aquela função e aquele sujeito, detentores de uma funcionalidade moderna, que desenvolvem projetos relacionados à elaboração de campos teóricos e reflexivos acerca das manifestações artísticas e seus processos.

    O curador (comissário ou conservador) pode atuar em galerias de arte, museus, centros culturais e instituições afins e se define como o responsável pela concepção, ordenação, montagem e supervisão de uma exposição ou da amostragem de acervos e conjuntos artísticos, culturais e documentais. Geralmente considerado especialista, transita entre conceitos de linguagem, arte, história, filosofia e estética.

    Da origem latina, curador [o sujeito: tutor] e curadoria [o substantivo: tutoria técnico-administrativa] fundem-se e se fundamentam na ação de comunicar, conservar e preservar obras artísticas e patrimoniais – materiais e imateriais, entre natureza, homem e cultura.

    Essa consciência funcional e profissional teve seu surgimento em meados do século XX e adquiriu, no breve período de sua existência, significativa presença e relevância para a concepção de exposições.

    Dos argumentos às fricções, o exercício dessa atividade tem por objetivo determinar o conteúdo da exposição, normalmente obtido por meio de agrupamentos e articulações de semelhanças ou diferenças perceptivas ou conceituais que as obras possam revelar. Para isso, geralmente determina-se um conceito ou tema, a partir do qual, funcionando como um fio condutor, elabora-se procedimentos para obtenção de uma unidade – ou, idealmente, a sua ordenação.

    Mais do que cuidar e preservar, a curadoria deve apresentar argumentos e promover as suas fricções entre diferentes artefatos – obras de arte, objetos, documentos e toda sorte de materialidades e tecnologias – e diversificados públicos, em ambientes e espaços sociais.

    A inerente demanda de articulação, vinculada ao curador e à curadoria, requer aguda multidimensionalidade: antevisão e planejamento, seleção e combinação, averiguação de mérito e medição de valor, exposição e mediação, comunicação e educação, arte e cotidianidade, patrimônio!

    Decisões curatoriais exigem escolhas e renúncias, orientadas por concepções (limitadas) e seus recortes (aparentemente ilimitados).

    Assim, a curadoria deveria proporcionar um diálogo tensional entre os artefatos expositivos e os conceitos neles encapsulados, responsabilizando-se por supervisionar a montagem da exposição, sua manutenção, a elaboração de textos de apresentação e divulgação, a fim de propiciar maior visibilidade e proximidade entre as obras e o público.

    A curadoria, em sua concepção, deveria requerer: investimento criativo; inteligência relacional, capacidade de compartilhamento com artistas e público; conhecimentos artísticos, técnicos e culturais; pró-atividade em projetos infraestruturais.

    A curadoria, então, deveria desempenhar um imprescindível papel na produção e na gestão cultural contemporânea, ao configurar: diversidades culturais, diversidades de públicos, diversidade de entendimentos, vozes, formas, pensamentos; intensas relações entre o público e o privado, entre o bem de todos e as novas formas de privatização; distribuição universal dos bens culturais como elementos fundamentais da expansão das práticas e consciências de linguagem; circulação de conhecimentos em arte e da produção simbólica como motor de sustentabilidade e mudanças na cidadania. Tudo para promover díspares visões e possibilitar novas formas de conhecimento – do não-verbal ao verbal.

    No passado clássico, em O Simpósio, Platão declarou que beleza é ordem.

    Seria esse, então, o fundamental empenho da curadoria, no presente?

    Mas, como dar ordem ao contemporâneo pautado pela alucinante geração, circulação e interpretação de dados e, tão agudamente compreendido pelas fenomênicas artísticas contemplativas, interacionistas, interativas? Tudo ao mesmo tempo?

    Ordem seria, então, a ideia de inteligibilidade?

    Seria, desse modo, a tarefa do curador e da curadoria, com seus argumentos, promover fricções! Nos sentidos e nos pensamentos! Dar nova ordem, para nos depararmos com novas e outras belezas?

    REFERÊNCIAS

    Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas - ANPAP. Regimento: Artigo 25º; 2013.

    Conselho Internacional de Museus - ICOM. Conceitos-chave da Museologia; 2013. Fundação Nacional de Arte – FUNARTE. http://www.funarte.gov.br/

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  • Informe 9: Devolução e procedimentos sobre colaborações

    2018-09-04

    Atenção colaboradores às mensagens enviadas no e-mail cadastrado quando da entrega. Em caso de se exigir aprimoramento, terão TRÊS dias para devolver, uma vez que se remeterá para novo exame daqueles que formularam o referido parecer.

    Em nome do Conselho Editorial informo com satisfação, que houve a reunião para se eleger dois pareceristas, entre especialistas indicados pelos membros, cuja maioria já analisou as contribuições, estando agora em fase de devolução para conhecimento e/ou providências imediatas.

    Esclareço que:

    1) Os sem nenhum reparo irão para Editoração, tendo recebido esta mensagem de ACEITE. Seguem então para a Editoria de Arte, sendo informados sobre andamento e decisões desta.

    2) Quando ambos os pareceristas concordam, seja em aceitar, negar, ou exigir ajustes, as considerações confluentes e/ou relativas às Diretrizes da publicação são enviadas aos colaboradores.

    3) Colaboradores possuem  TRÊS dias para devolução em caso de recomendações para aprimorá-la, caso desejem publicá-la. Novamente serão remetidas aos mesmos pareceristas, que examinarão se atenderam ao solicitado.

    4) Haverá um terceiro parecerista em caso de não coincidirem no julgamento os dois iniciais, de modo que os colaboradores apenas ao final da segunda rodada receberão as recomendações.

     Coloco-me à disposição para toda e qualquer informação complementar

    Maria Cecília França Lourenço

    Editora da Revista ARA

    revistaarafau@usp.br

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  • Informe 6 - Prorrogada chamada ARA 5 até 01.08.2018

    2018-06-26

    A Revista ARA PRORROGOU CHAMADA até 01 de AGOSTO 2018,

    Configurações: entre limites e indeterminação 

    será o tema da edição ARA 5 PYAU Primavera+Verão 2018,

    Celso Favaretto 

    Professor aposentado Livre Docente,  atuando em Programas de Pós Graduação/ USP: Faculdades de - Educação (FE) e Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH). São Paulo, Brasil. cffavare@usp.br

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