Reciprocidade e redistribuição no Egito Antigo durante o Novo Império.

Autores

  • José Roberto Pellini Universidade de São Paulo. Museu de Arqueologia e Etnologia

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2002.109443

Palavras-chave:

Egito Antigo - Arqueologia - Economia - Trocas.

Resumo

Nossa atenção principal neste artigo é descrever de que maneira funcionava o sistema de trocas praticado no Egito Antigo durante o Novo Império (1550-1070 a.C.). A economia do Egito neste período era, em nossa opinião, regida por dois princípios: Redistribuição e Reciprocidade. A redistribuição dominava a esfera estatal da economia, o que significa dizer que o excedente de produção das unidades domésticas aldeãs era coletado pelas autoridades centrais, estado e templos, e redistribuído entre seções particulares da sociedade de acordo com o status. Já a reciprocidade dominava a esfera aldeã e doméstica da economia, servindo não só como meio de alocação de produtos e serviços mas servindo principalmente como um meio de reforçar os laços sociais entre a comunidade.

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Biografia do Autor

  • José Roberto Pellini, Universidade de São Paulo. Museu de Arqueologia e Etnologia
    Doutorando em Arqueologia.

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Publicado

2002-12-18

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

PELLINI, José Roberto. Reciprocidade e redistribuição no Egito Antigo durante o Novo Império. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, Brasil, n. 12, p. 143–163, 2002. DOI: 10.11606/issn.2448-1750.revmae.2002.109443. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revmae/article/view/109443.. Acesso em: 20 jul. 2024.