Via Atlântica nº 33

Neste volume, apresentamos a queerização de obras e seus criadores
canónicos, ou ainda a ressureição de obras e autor@s esquecid@s e outr@s
minoritári@s, sem nenhum critério preconcebido, temática explícita ou biografia
de autor, preferindo à celebração de uma diferença a insinuação de uma dúvida
constante, a erosão insaciável, lúdica e política, das fronteiras convencionais entre
homo e heterossexuais. Afinal, as práticas queer são o reflexo de
uma resistência à homogeneização cultural, uma resistência mais firme perante os
regimes da normalidade, nomeadamente a
heteronormatividade, já que considerar ainda hoje a heterossexualidade como
uma evidência comprova a força do pensamento straight.

Publicado: 2018-09-11

Dossiê 33: Queerizar o cânone luso-afro-brasileiro